ESCUTAR É DESENHAR UMA NARRATIVA?


Natalia Fransichini




Descrição: Quando escutamos acionamos “filtros” de significação, os quais podem ter relação com nossas projeções, backgrounds ou gostos. Escutar pode não só ser pode uma prática de alteridade, como também pode ser uma narrativa do corpo, da conexão intuitiva com o ambiente/entorno. O que o desenho tem a ver com tudo isso? O desenho pode ser uma transdução do que ouvimos em nosso corpo, do que ouvimos quando escutamos, do que ouvimos quando pensamos. Seria possível uma real escuta sem filtros? Seria possível desenhar sem narrar um pensamento?